. Vers. 10: “E chamou DEUS à [porção] seca, terra; e ao ajuntamento das águas chamou mares. E viu DEUS que era bom.” Que as ‘águas’ signifiquem as cognições e os conhecimentos, é coisa muito comum na Palavra; daí vem que os ‘mares’ significam o acúmulo de cognições e conhecimentos, como em Isaías: “Cheia será a terra do conhecimento de JEHOVAH, como as águas cobrem o mar” (11:9); e, no mesmo profeta, onde se trata da falta de cognições e conhecimentos: “As águas faltarão ao mar; o rio se esgotará e se secará, e as correntes se retirarão” (19:5, 6). Em Ageu, onde se trata da Nova Igreja: “Eu, que abalo os céus e a terra, e o mar e o seco; e abalarei todas as nações, e virão os desejos [venient desiderium] de todas as nações, e encherei esta casa de glória” (2:6, 7); E, sobre o homem que vai ser regenerado, em Zacarias: “Será, aquele, um dia conhecido de JEHOVAH, nem dia nem noite; e sucederá que, para o tempo da tarde haverá luz; e será que nesse dia sairão águas vivas de Jerusalém, uma parte delas para o mar oriental e outra parte delas para o mar posterior” (14:7, 8). Em Davi, onde se descreve o homem vastado que vai ser regenerado e que adorará o Senhor: “JEHOVAH não despreza os Seus vencidos; louvá-Lo-ão os céus e a terra, os mares e tudo o que neles rasteja” (Sl. 69:34, 35 [Em JFA, 69:33, 34]). Que ‘terra’ signifique receptáculo, vê-se em Zacarias: “JEHOVAH, Que estende os céus e Que estabelece a terra, e Que forma o espírito do homem em seu meio” (12:1).