Texto
. Quando se torna celeste, o homem espiritual é chamado ‘obra de Deus’, pois que só o Senhor combateu por ele e o criou, formou e fez. Por isso se diz aqui: “Deus acabou no dia sétimo a Sua obra”, e se repete: “repousou de toda a Sua obra”. Nos Profetas, ele é frequentemente chamado ‘obra das mãos e dos dedos de JEHOVAH’, como em Isaías, onde se trata do regenerado:
“Assim disse JEHOVAH, o Santo de Israel e Formador seu: Sinais pedi-Me... acerca de Meus filhos; e acerca das obras de Minhas mãos ordenai-Me. Eu fiz a terra, e o homem sobre ela criei. Eu, as Minhas mãos estenderam os céus, e a todo o exército deles ordenei... Porque assim disse JEHOVAH, que cria os céus, Ele, o Deus que forma a terra e que a faz; Ele, que a firma, não a criou vazia, para ser habitada a formou. Eu, JEHOVAH... e não há outro Deus além de Mim” (45:11, 12, 18, 21);
daí se vê que a nova criação ou regeneração é obra do Senhor, só. Os vocábulos ‘criar’ ‘formar’ e ‘fazer’ são empregados bem distintamente, como aqui em Isaías: “...que cria os céus, forma a terra e a faz”, e depois, em outro lugar:
“...Todo o que é chamado pelo Meu nome, e para a Minha glória o criei, o formei e também o fiz” (Is. 43:7).
Dá-se de modo semelhante no capítulo precedente e neste, como aqui: “descansou de toda a obra Sua, que criou DEUS fazendo”; e isto sempre com uma ideia distinta no sentido interno. Bem como onde o Senhor é chamado Criador, ou Formador e Feitor.