. O estado do homem celeste, agraciado com a tranquilidade da paz, restabelecido pela chuva e liberto da servidão do mal e do falso, é assim descrito pelo Senhor através de Ezequiel: “Firmarei com eles uma aliança de paz, e farei cessar a fera má da terra, e habitarão seguramente no deserto, e dormirão nos bosques; e lhes darei, e aos contornos de Minha colina, bênção; e farei descer a chuva em seu tempo, chuvas de bênção serão. E a árvore do campo dará o seu fruto, e a terra dará a sua produção; e estarão sobre o seu húmus em segurança, e saberão que Eu [sou] JEHOVAH, quando tiver rompido as correias do seu jugo, e os tiver libertado da mão dos que os fazem servir... Vós sois Meu rebanho, rebanho do Meu pasto; homem sois vós, Eu sou vosso Deus” (34:25–27, 31). E se diz em Oseias que isto se faz no ‘terceiro dia’, que na Palavra significa a mesma coisa que o sétimo: “Vivificar-nos-á depois de dois dias, no dia terceiro nos erguerá, e viveremos diante d’Ele; e conheceremos, e prosseguiremos em conhecer JEHOVAH, como a aurora preparada para a Sua saída; e virá a nós como chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (6:2, 3). E isto é comparado ao germe do campo por Ezequiel, onde se trata da Antiga Igreja: “Como germe do campo te tornei, e cresceste, e aumentaste, e te tornaste ornamento dos ornamentos” (16:7); depois: “Ao broto das plantações, e às obras das mãos de JEHOVAH DEUS” (Is. 60:21).