. Aquele que quer saber pelo mundo, seu ‘jardim’ são as coisas do sentido e do conhecimento; seu ‘Éden’ é o amor de si e do mundo; seu ‘oriente’ é o ocidente ou ele mesmo; seu ‘rio Eufrates’ é todo o seu conhecimento, que é condenado; o ‘outro rio’, onde está ‘Asshur’, é o raciocínio insensato e daí as falsidades; o ‘terceiro rio’, onde está ‘Cush’ são os princípios do mal e do falso daí derivados, que são as cognições de sua fé; o ‘quarto’ é a sabedoria derivada daí, que na Palavra se chama magia; por isso o ‘Egito’, que significa a ciência depois de esta ter-se tornado magia, significa uma tal pessoa, e mesmo pelo fato de ela querer saber por si mesma, do que se fala em várias passagens na Palavra. Desses, assim se diz em Ezequiel: “Assim disse o Senhor JEHOVIH: Eis que eu estou contra ti, faraó, rei do Egito, baleia grande, que se deita no meio de seus rios, que disse: Meu, o meu rio, e eu o fiz para mim; ...e estará a terra do Egito em solidão e devastação; e conhecerão que Eu sou JEHOVAH, por causa do que disse: Meu rio, e eu o fiz” (29:3, 10). Tais pessoas são também chamadas ‘árvore do Éden no inferno’ no mesmo Profeta, onde também se trata de faraó ou do Egito, nestas palavras: “...Quando o tiver feito descer ao inferno, com os que descem à cova... A quem te tornaste semelhante em glória e em grandeza entre as árvores do Éden? Quando tiveres de descer com as árvores do Éden à terra inferior, no meio dos incircuncisos, com os traspassados à espada. Este é faraó e toda a sua turba” (31:16, 18), onde as ‘árvores do Éden’ estão em lugar dos conhecimentos e das cognições provenientes da Palavra, que eles assim profanam pelos raciocínios. * * * * * * *