. O perceptivo da Igreja Antiquíssima consistia não só em terem percebido o que é o bem e o vero, mas na felicidade e no prazer de fazer o bem. Sem a felicidade e o prazer de fazer o bem o perceptivo não é vivo, pois vive daí. A vida do amor e, daí, da fé — qual foi a da Igreja Antiquíssima — é vida enquanto está no uso, ou no bem e no vero do uso, do uso pelo uso; e segundo o uso, a vida é dada pelo Senhor. No que é inútil, nenhuma vida pode existir, pois tudo que é inútil é rejeitado. Neles havia semelhanças do Senhor; por isso também, nos perceptivos foram feitos imagens. O perceptivo é conhecer o que é o bem e o vero, e assim, o que é da fé; o que está no amor se deleita não em conhecer, mas em fazer o bem e o vero, isto é, ser de uso.