. Quando o homem é tal que imerge os veros da fé em suas loucas cobiças, ele então profana os veros e se priva de relíquias, as quais, ainda que permaneçam, não podem jamais operar, pois, tão logo operam, são de novo profanadas pelas coisas que são profanas; porque as profanações da palavra criam um calo, por assim dizer, que obsta e absorve os bens e veros das relíquias. Por isso, acautele-se o homem de profanar a Palavra do Senhor, onde há verdades eternas nas quais há vida, ainda que aquele que está nos princípios falsos não creia que haja tais verdades.