. Que ‘macho e fêmea’ signifiquem o vero e o bem, vê-se pelo que se mostrou anteriormente, cap. 5, vers. 19, onde ‘macho e fêmea’ se atribui às aves, enquanto ‘varão e esposa’ se atribui às bestas. Também já se disse a razão disso, a saber, que há um casamento das coisas voluntárias com as intelectuais, mas não tanto das intelectuais, consideradas em si mesmas, com as voluntárias. As primeiras se dão como marido e esposa, e as últimas, como macho e fêmea. E visto que, como se disse, aqui se trata primeiro da tentação desse homem quanto às coisas intelectuais, diz-se ‘macho e fêmea’ e se entende o combate ou a tentação quanto às coisas intelectuais.