. A saber, que todas as coisas que são do homem interno lhe estejam sujeitas e hão de lhe servir (vers. 1–3); mas que em primeiro lugar se deva precaver para não imergir os bens e veros da fé nas cobiças, ou que pelos bens e veros que são do homem interno afirme os males e falsos, que só podem condená-lo à morte e punir (vers. 4, 5); e assim destruir o homem espiritual, ou a imagem de Deus, nele (vers. 6); se isto não acontecer, todas as coisas sucederão bem (vers. 7).