. Os espíritos ficam muito indignados e até furiosos, quando se lhes diz que os homens não creem que eles veem, que eles ouvem, que eles sentem pelo tato. Disseram-me eles que os homens devem, entretanto, saber que sem o sentido não há vida, que quanto mais o sentido for fino, tanto mais a vida tem excelência; que os objetos que eles sentem estão perfeitamente em relação com a excelência dos seus sentidos, e que os representativos que vêm do Senhor são coisas reais, porque daí é que provém todas as coisas que estão na natureza e no mundo (n. 1632); que, enfim, eles sentem muito melhor e muito mais delicadamente do que os homens. São estas as palavras que a indignação lhes sugeria. * * * * * * *