. Espíritos angélicos que estavam em cima, na frente, conversavam comigo em uma língua angélica não distinta em palavras. Diziam-me que o seu estado era o estado da tranquilidade da paz; que entre eles havia também crianças, e que pela sua companhia eles experimentavam a bem-aventurança. Esses espíritos eram também do sexo feminino. Depois eles me falaram das crianças que estão na terra. Disseram-me que logo depois de seu nascimento há com elas anjos do ‘céu da inocência’; depois, quando passa a idade, anjos do ‘céu da tranquilidade da paz’; depois, anjos das ‘sociedades de caridade’, e em seguida os anjos, à medida que a inocência e a caridade descressem nas crianças que adquirem seu livre; e que, enfim, quando se tornaram mais adultos e que entram em uma vida estranha à caridade, os anjos estão presentes, é verdade, porém de mais longe; e isso, segundo os fins da vida que os anjos designam particularmente, insinuando-lhes, sem cessar, os bons, e desviando os maus; mas conforme podem ou não podem eles influem de mais perto ou de mais longe.