Texto
. Fui instruído que a memória exterior, considerada em si mesma, não é outra coisa senão um orgânico formado segundo os objetos dos sentidos, principalmente da visão e da audição, nas substâncias que são os princípios das fibras, e que segundo as impressões por elas se tornam variações da forma, que são reproduzidas, e que essas formas são variadas e mudadas segundo as mudanças de estado das afeições e persuasões. Então que a memória interior seja semelhantemente orgânica, mas mais pura e mais perfeita, formada de objetos da visão interior, que são objetos em certas séries dispostas em ordem incompreensível.