. ‘Que pariu para Abrahão’; que signifique que existiu a partir do Divino celeste como de um pai, é isso evidente pela significação de ‘parir’, que é existir (n. 2621, 2629); e pela representação de ‘Abrahão’, que é o Divino celeste (n. 1989, 2011, 2172, 2501). Que esse racional tenha existido a partir do Divino celeste como de um pai, é o que se vê nos n. 1895, 1896, 1902, 1910.