. ‘A concubina dele, e o nome dela [era] Reumah’; que signifique os gentios que estão em um culto idolátrico e no bem, pode-se ver pelas coisas que precedem. Com efeito, no lugar anterior estão os gentios que foram significados por aqueles que nasceram para Nahor de sua esposa, no lugar posterior, os que nasceram da concubina. Os que tinham nascido da esposa foram, como se mostrou, os que, fora da igreja, estão na fraternidade proveniente do bem (n. 2863); estes, os que, fora da igreja, estão em um culto idolátrico e no bem, assim, estes não vêm de um leito tão legítimo como aqueles, mas ainda assim são todavia como legítimos, pois então naquele tempo os filhos que nasciam das servas eram adotados como legítimos, como se pode ver pelos filhos de Jacó que nasceram das servas Bilha e Zilpa (Gn. 30:4 ao 12), dos quais saíram igualmente tribos, como dos que nasceram de Leah e de Raquel, e de fato sem diferença. Havia, contudo, ainda uma diferença, como se pode ver pelo Gênesis, capítulo 33:1, 2, 6, 7; as servas que eram então dadas ao marido pela esposa com o fim de procriar filhos eram chamadas concubinas, como se vê por Bilha, serva de Raquel, que é também chamada concubina de Jacó (Gn. 30:22). Que das servas ou concubinas se procriassem filhos, tinha sido então tolerado nessa época, a fim de que por esse modo fossem representados os que estavam fora da igreja; e também aqueles que estavam em um grau inferior dentro da igreja. Que se chamasse o nome dela Reumah, envolve a sua qualidade (n. 1896, 2009); aqui é a exaltação que é significada por Reumah170. (A respeito do estado e sorte das nações e dos povos que estão fora da igreja, vejam-se os n. 593, 932, 1032, 1059, 1327, 1328, 1366, 2049, 2051, 2284, 2589 até o 2604.)