Texto
. O livre do amor de si e do amor do mundo e das cobiças deles nada tem de livre, é absolutamente a escravidão; não obstante, ainda assim, [essa escravidão] é chamada livre, do mesmo modo que ocorre com o amor, a afeição e o prazer, em um e outro sentido, e entretanto o amor de si e do mundo não é em coisa alguma semelhante ao amor, mas é o ódio; o mesmo acontece com a afeição e com o prazer que derivam desse amor, eles são assim chamados conforme aparecem e não segundo o que eles são.