Texto
. Quanto ao que diz respeito ao segundo, a saber, que Messias, Ungido e Rei sejam o mesmo e o Divino Vero, vê-se por um grande número de passagens da Palavra, e foi mostrado muitas vezes nas explicações, por exemplo, os n. 1672, 1728, 2015, 2069; e o Senhor mesmo o ensina em João:
“Disse Pilatos a Jesus: Logo, Tu és Rei? Respondeu Jesus: Tu dizes, porque Rei Eu sou; Eu para isto nasci, e a este mundo vim para que [Eu] dê testemunho da verdade; todo aquele [que] é da verdade176, ouve a Minha voz” (18:37);
daí se vê que seja o Divino Vero mesmo a partir do qual o Senhor foi chamado Rei. Que os Reis eram ungidos e daí chamados Ungidos, era porque o azeite, com que eram Ungidos, significava o bem (n. 886, 2832), e que o vero que o rei significava procedia do bem e era assim o vero do Bem, e, portanto a realeza entre eles representava o Senhor quanto ao Divino Vero que provém do Divino Bem, assim, o casamento Divino do Bem no Vero; mas o sacerdócio representava o casamento Divino do Vero no Bem; este é significado por Jesus, aquele por Cristo.