. Vers. 17–20: “E correu o servo ao encontro dela, e disse: Faze-me sorver, peço[-te], um pouco da água do teu cântaro. E disse: Bebe, meu senhor. E apressou-se, e abaixou o seu cântaro sobre a sua mão, e fê-lo beber. E acabou de fazê-lo beber, e disse: Também tirarei água para teus camelos, até que tenham acabado de beber. E se apressava, e esvaziava o seu cântaro no canal, e corria ainda ao poço para tirar [água], e tirava para todos os camelos dele.” ‘Correu o servo ao encontro dela, e disse’ significa o exame pelo Divino Bem; ‘Faze-me sorver, peço-te, um pouco da água do teu cântaro’ significa se daí alguma coisa do vero pode se conjungir; ‘E disse: Bebe, meu senhor’ significa o recíproco; ‘E apressou-se, e abaixou o seu cântaro sobre a sua mão’ significa a submissão dos recipientes proveniente do poder; ‘e fê-lo beber’ significa a iniciação; ‘E acabou de fazê-lo beber’ significa o sucessivo; ‘e disse: Também tirarei água para teus camelos, até que tenham acabado de beber’ significa o recíproco quanto a iluminação de todos os conhecimentos no homem natural; ‘E se apressava, e esvaziava o seu cântaro no canal’ significa a separação da afeição do vero, que era iniciada ao Bem Divino; ‘e corria ainda ao poço para tirar [água]’ significa a afeição inferior do vero; ‘e tirava para todos os camelos dele’ significa pela qual eram iluminados os conhecimentos gerais.