. ‘E soltou os camelos’; que signifique o livre para essas coisas que devem servir, é o que se vê pela significação de ‘soltar’, que é fazer livre; e pela significação dos ‘camelos’, que são os conhecimentos gerais, assim, as coisas que devem servir (n. 3143). O fato mesmo assim se tem: sem o livre nunca há produção do vero no homem natural, nem convocação daí para o racional, e aí conjunção com o bem; no estado livre se fazem todas essas coisas; é, com efeito, a afeição do vero proveniente do bem que faz o livre; a não ser que se aprenda o vero a partir da afeição, assim, no livre, ele não é implantado, menos ainda é elevado para os interiores, e ali se torna fé. Que toda reforma se faça no livre, que todo livre pertença à afeição, e que o Senhor mantenha o homem no livre para que este possa por si mesmo e por seu proprium ser afetado do vero e bem e, assim, ser regenerado, foi visto (n. 2870, 2893). Estas são as coisas que são significadas por isso, que tenha soltado os camelos. A não ser que estas palavras significassem, esse fato seria bem pouco importante para que fosse mencionado.