. A partir dessas coisas que até agora foram ditas, pode-se ver o que são as correspondências e o que são as representações; mas, além delas, há as coisas que foram ditas e demonstradas ao fim dos capítulos precedentes (n. 2937 ao 3003 e n. 3213 ao 3227); vejam-se também as explicações dadas em outros lugares a respeito delas, a saber, estas: Que todas as coisas que estão no sentido literal da Palavra são coisas representativas e significativas das coisas que estão no sentido interno, n. 1404, 1408, 1409, 9743. Que Moisés e os profetas escreveram a Palavra por meio de coisas representativas e significativas, e que ela não podia ser escrita em um outro estilo, para que tivesse um sentido interno, por meio do qual houvesse comunicação do céu e da terra, n. 2899. Que também por isso o Senhor falou por meio de por meio de coisas representativas, e também porque falou a partir do Divino mesmo, n. 2900. Daí os representativos e os significativos que estão na Palavra e nos ritos, n. 2179. Que os representativos tiraram a sua origem dos significativos da Igreja Antiga, e estes dos perceptivos da Igreja Antiquíssima, n. 920, 1409, 2896, 2897. Que os antiquíssimos tiveram os seus representativos também a partir de sonhos, n. 1977. Que Enoque sejam aqueles que recolheram os perceptivos dos antiquíssimos, n. 2896. Que no céu há continuamente representativos do Senhor e de Seu Reino, n. 1619. Que os céus estão cheios de representativos, n. 1521, 1532. Que as ideias dos anjos são mudadas em diversos representativos no mundo dos espíritos, n. 1971, 1980, 1981. Representativos por meio dos quais as crianças são introduzidas na inteligência, n. 2299. Que as coisas representativas na natureza procedam do influxo do Senhor, n. 1632, 1881. Que em toda a natureza há coisas representativas do Reino do Senhor, n. 2758. Que no homem externo há coisas que correspondem ao homem interno, e coisas que não lhe correspondem, n. 1563, 1568.