. Que a ‘culpa’ seja a culpabilidade ou a imputação do pecado e da prevaricação contra o bem e o vero, pode-se ver por essas passagens na Palavra, onde a culpa é mencionada e também descrita, como em Isaías: “JEHOVAH o quis esgotar, e [o] enfraqueceu; se depuseres pela culpa a sua alma, verá a [sua] semente, prolongará [os seus] dias, e a vontade de JEHOVAH, pela mão d’Ele, prosperará” (53:10); trata-se do Senhor; ‘depor a sua alma pela culpa’ está pelo pecado a Ele imputado, assim, pela culpabilidade pelos que [O] odeiam, não que Ele tenha derivado em Si alguma coisa do pecado para arrebatá-lo. Em Ezequiel: “Pelo sangue que derramaste, tiveste culpa, e pelos teus ídolos que fizeste, foste poluída” (22:4); ‘derramar o sangue’ está por fazer violência ao bem (n. 374, 376, 1005); daí a culpa. Em Davi: “Os odiadores do justo tiveram culpa; JEHOVAH redime a alma dos Seus servos; não terão culpa todos que confiam n’Ele” (Sl. 34:22, 23 [Em JFA, 34:21, 22]); assim, a culpa está no lugar de todo pecado que permanece; a separação de junto da culpa pelo bem procedente do Senhor é a Redenção, que também foi representada pela Expiação feita pelo Sacerdote, quando se oferecia o sacrifício da culpa, de que se trata em Lv. 5:1 ao 26 [Em JFA, 1–19; 6:1–7]; 7:1 ao 10; 19:20, 21, 22; Nm. 5:1 ao 8, onde também são recenseados os gêneros da culpa, que são, que tinham ouvido a voz da maldição e não tinham declarado; que tinham tocado uma coisa impura fosse qual fosse; que tinham jurado para fazer o mal; que tinham pecado por erro a respeito das coisas santas de JEHOVAH; que tinham feito uma das coisas que se mandara que não deviam fazer; que tinham negado ao próximo o seu depósito; que tinham achado o que se perdeu e tinham negado e jurado com mentira a esse respeito; que tinham deitado com uma mulher serva sob a dependência de um varão e não tinham resgatado nem libertado; que tinham cometido todos pecados contra o homem prevaricando a prevaricação contra JEHOVAH.