Texto
. Vers. 21, 22, 23: “E disse Isaque a Jacó: Chega, peço, e apalpar-te-ei, meu filho; se tu és o meu filho Esaú ou não. E Jacó aproximou-se de Isaque, seu pai; e [Isaque] o apalpou, e disse: A voz [é] a voz de Jacó, e as mãos, mãos de Esaú. E não o reconheceu, porque as mãos dele eram como as mãos de Esaú, irmão dele, cabeludas; e o abençoou.” ‘Disse Isaque a Jacó’ significa a percepção a respeito desse natural; ‘Chega, peço, e apalpar-te-ei, meu filho’ significa a percepção íntima pela presença; ‘se tu és o meu filho Esaú ou não’ significa que não era o bem natural; ‘E Jacó aproximou-se de Isaque, seu pai’ significa o estado da presença; ‘e [Isaque] o apalpou’ significa daí toda percepção; ‘e disse: A voz [é] a voz de Jacó, e as mãos, mãos de Esaú’ significa que o intelectual aí pertence ao vero que está por dentro, mas o voluntário aí pertence ao bem que está por fora, assim em ordem invertida; ‘E não o reconheceu, porque as mãos dele eram como as mãos de Esaú, irmão dele, cabeludas’ significa que a partir do voluntário que estava por fora ele perceberia que era o bem natural; ‘e o abençoou’ significa daí a conjunção.