. Vers. 6, 7, 8, 9: “E Esaú viu que Isaque abençoara Jacó e o enviara a Paddan-Aram, para de lá tomar para si uma mulher, abençoando-o ele, e ordenara sobre ele, dizendo: Não tomarás mulher das filhas de Canaã. E Jacó tinha ouvido o seu pai e a sua mãe, e tinha ido a Paddan-Aram. E Esaú viu que as filhas de Canaã eram más aos olhos de Isaque, seu pai. E Esaú foi a Ismael, e tomou Mahalath, filha de Ismael, filho de Abrahão, irmã de Nebaioth, acima de suas mulheres, para si por mulher.” ‘Esaú viu que Isaque abençoara a Jacó’significa o pensamento do bem do natural sobre a conjunção por meio do bem que pertence ao vero, que é Jacó; ‘e o enviara a Paddan-Aram’significa o começo da existência por meio das cognições desse bem; ‘para de lá tomar para si uma mulher’significa assim a conjunção por meio da afeição do vero; ‘abençoando-o ele, e ordenara sobre ele, dizendo’significa, para que a conjunção se fizesse, a reflexão e, daí, a percepção. ‘Não tomarás mulher das filhas de Canaã’significa que ele não seria conjungido às afeições do falso e do mal. ‘E Jacó tinha ouvido o seu pai e a sua mãe’significa a obediência e a afeição; ‘e tinha ido a Paddan-Aram’ significa, aqui como precedentemente, para se imbuir dessas cognições do vero e do bem. ‘E Esaú viu que as filhas de Canaã eram más aos olhos de Isaque, seu pai’significa a previdência e a providência do Senhor, que as afeições desse vero, com os quais o bem natural tinha estado até agora conjunto, não conduzirão à conjunção. ‘E Esaú foi a Ismael, e tomou Mahalath, filha de Ismael, filho de Abrahão’significa a conjunção desse bem com o vero de origem Divina; ‘irmã de Nebaioth, acima de suas mulheres, para si por mulher’significa a afeição do vero celeste mais interior.