Texto
. No que precede, tratou-se de três estados de perversão do bem e do vero na igreja; agora, aqui, se trata do quarto estado, que também é o último. Do primeiro estado, que tenha sido o que [os homens] começavam a não saber mais o que é o bem nem o que é o vero, mas faziam deles entre si o tema de disputas, de onde provieram falsidades, ver n. 3354. Do segundo estado, que tenha sido o que se tinha desprezo e também aversão pelo bem e o vero, e que assim a fé no Senhor expirava gradualmente conforme a caridade cessava, ver n. 3457, 3488. Do terceiro estado, que tenha sido de desolação da igreja quanto ao bem e ao vero, n. 3651, 3652. Do quarto estado, de que se trata agora aqui, que é o estado da profanação do bem e do vero; que é esse o estado que é descrito aqui, é o que se pode ver por cada uma das coisas que aí são significadas no sentido interno, que é tal.