. Havia coros angélicos, que celebravam juntamente ao Senhor, e isso pela alegria do coração. A celebração era às vezes ouvida como provindo de um doce canto, uma vez que os espíritos e os anjos têm entre si uma voz sonora, e eles se ouvem tão bem como um homem houve o outro homem, mas o canto humano, quanto à suavidade e à harmonia, não pode ser comparado à suavidade e harmonia que são celestes. Pela variedade do som, percebi que havia diversos coros; os anjos que estavam comigo instruíam-me que esses pertenciam à província dos pulmões e às funções a eles pertinentes, porquanto o canto lhes pertence, porque este é ofício dos pulmões, o que também me foi concedido saber por experiência.Permitiu-se-lhes governar a minha respiração, o que se fazia tão suave e docemente, e também tão interiormente, que dificilmente eu tinha alguma respiração que fosse minha.Eles também me instruíam que eles eram distintos: há anjos que foram dedicados à respiração involuntária e os que o foram à respiração voluntária; diziam que aqueles que eram dedicados a respiração involuntária estão presentes quando o homem dorme, pois desde que o homem dorme, o voluntário de sua respiração cessa, e ele recebe o involuntário da respiração.