. ‘E para as duas servas’; que signifique sob a afeição das coisas que estão a serviço desses veros, é o que se vê pela significação das ‘servas’, que são as afeições dos conhecimentos e das cognições (n. 1895, 2567, 3835, 3849); e que elas são os meios que servem à conjunção do homem externo e interno (n. 3913, 3917); e pela representação de ‘Zilpa’ e de ‘Bilhah’, que são aqui as ‘servas’, que são as afeições exteriores que servem de meios (n. 3849, 3931).