. ‘Então tomaremos a nossa filha, e iremos’; que signifique que não haveria conjunção, é o que se vê pela significação do casamento, que é a conjunção do bem e do vero, de que acima se tratou (n. 4466); daí, ‘tomar a filha e ir-se’ é não a dar em casamento; portanto, é que não haveria conjunção. Aqui os filhos de Jacó falam como se fosse Jacó, o pai deles, que falasse, pois eles não dizem tomaremos a nossa irmã, mas nossa filha; a razão disso se manifesta claramente pelo sentido interno, a saber, que pertencia ao pai recusar ou aceitar (segundo a lei, de que se fala no Êx. 22:15, 16); mas como se trata aqui da posteridade de Jacó e de sua religiosidade, são os filhos de Jacó, pelos quais essa religiosidade é representada, que respondem aqui em lugar do pai. Jacó mesmo não [o] podia, porque por ele é representada aqui a Antiga Igreja (n. 4439).