. ‘E Simeão, e Levi, e Judá, e Issascar, e Zebulon’; que signifique os essenciais deles, a saber, dos Divinos bens e veros externos, é o que se vê pela representação de cada um deles, a saber, de Simeão, que, no sentido supremo, é a Providência, no sentido interno, a fé pela vontade, no sentido externo, a obediência (n. 3869, 3870, 3871, 3872); de Levi, que, no sentido supremo, é o Amor e a Misericórdia, no sentido interno, a caridade ou o amor espiritual, no sentido externo, a conjunção (n. 3875, 3877); de Judá, que é, no sentido supremo, o Divino do Amor do Senhor, no sentido interno, o Reino celeste de Senhor, no sentido exterior, a doutrina proveniente da Palavra, doutrina que pertence à igreja celeste (n. 3881); de Issascar, que é, no sentido supremo, o Divino bem que pertence ao vero e o Divino vero que pertence ao bem, no sentido interno, o amor conjugal celeste, no sentido externo, o amor mútuo (n. 3956, 3957); e pela representação de Zebulon, que é, no sentido supremo, o Divino mesmo do Senhor e o Seu Divino Humano, no sentido interno, o casamento celeste, e no sentido externo, o amor conjugal (n. 3960, 3961). São esses os essenciais que estão nos Divinos bens e veros externos do Senhor. Mas de que maneira cada um desses essenciais está nesses bens e nesses veros, ninguém pode explicar exceto aquele que está na luz celeste, pois nela eles aparecem como as respostas no Urim e no Thumim por vibrações de luz e de chama, e daí pela percepção procedente do Senhor. Com efeito, no Urim e no Thumim havia doze pedras preciosas segundo as doze tribos de Israel.