. ‘Filho de dezessete anos’; que signifique o seu estado, é o que se vê pelos ‘anos’ das idades daqueles que são lembrados na Palavra, que significam igualmente coisas reais e estados, assim como os outros números. (Que todos os números na Palavra signifiquem coisas reais e estados, ver os n. 575, 647, 648, 1988, 2075, 2252, 3252, 4264, 4495; e que também os anos, n. 487, 488, 493, 893.) [2] De fato, parece como se os números dos anos ou os anos das idades não significassem nenhuma outra coisa mais, e isso porque parece haver neles mais históricos do que nos outros números, mas que, na realidade, eles envolvem também coisas reais e estados, vê-se pelas coisas que (no cap. 5 de Gn.) foram explicadas, e por aquelas que se explicaram a respeito da idade de Abrahão (Gn. cap. 17:1 e cap. 25:7), e da idade de Isaque (Gn. Cap. 35:28); e, além disso, por isto, que na Palavra nunca há algum histórico que não envolva o celeste, no qual também é mudado, quando, do pensamento do homem que lê, ele passa até os anjos que estão com ele e, pelos anjos, ao céu, onde de cada histórico da Palavra se faz o sentido espiritual. [3] Quanto ao que significa a idade de José, ‘dezessete anos’, pode-se ver pela significação desse número em outra passagem, a saber, que é o começo, aqui o começo da representação por José. Que seja um começo e alguma coisa de novo, foi visto (n. 755, 853); e, além disso, esse número envolve, em geral, e como em faculdade, todas as coisas que são representadas por ‘José’, visto que o ‘sete’ significa o santo, e ‘dez’ as relíquias. Que, na Palavra, ‘sete’ acrescenta a santidade, foi visto (n. 881), e que ‘dez’ sejam as relíquias, n. 576, 1906, 2284. Que no Senhor as relíquias tenham sido Divinas e d’Ele mesmo, pelas quais Ele uniu a Essência Humana à Essência Divina, n. 1906.