. ‘E o nome dela [era] Thamar’; que signifique a qualidade da igreja, que seria uma igreja representativa das coisas espirituais e celestes, é o que se vê pela significação do ‘nome’, que é a qualidade (n. 144, 145, 1754, 1896, 2009, 2724, 3006, 3421), aqui, a qualidade da igreja, porque por ‘Thamar’, neste capítulo, é representada a igreja, e realmente a igreja representativa dos espirituais e celestes, a qual devia ser instituída junto a posteridade de Judá. Que por Thamar seja representada essa igreja, é o que se verá pelas coisas que seguem. Trata-se, em todo este capítulo, no sentido interno, da Igreja Judaica, que se tornaria representativa das coisas espirituais e celestes do Reino do Senhor, como a Igreja Antiga, e isso não só na forma externa, mas também na interna, pois a igreja não é igreja pelas coisas externas, isto é, pelos ritos, mas sim pelas coisas internas, pois essas são as coisas essenciais, e aquelas, somente formais. Realmente, a posteridade de Jacó foi tal que ela não queria receber os internos; por isso nela não se pôde suscitar a Igreja Antiga, mas somente um representativo dessa igreja (n. 4307, 4444, 4500); o interno da igreja, aqui, é Thamar, e o externo aqui é Judá com os três filhos provenientes da mulher cananeia.