. ‘E põe a prata de cada um na boca de seu alforje’; que signifique, além disso, com o vero proveniente do novo no natural exterior, vê-se pela significação da ‘prata’, que é o vero (n. 1551, 2954, 5658); e pela significação da ‘boca do alforje’, que é no limiar do natural exterior (n. 5497). O que é o natural exterior e o natural interior, foi visto (n. 4570, 5118, 5126, 5497, 5649); que seja o vero proveniente do novo, é porque precedentemente a prata tinha sido também reposta na boca dos alforjes deles (cap. 42, vers. 25, 27, 28, 35).