. A partir dessas explicações, é evidente que o homem, quando vive no mundo, está, quanto a seus interiores, assim, quanto a seu espírito, em consociação com outros espíritos, e lhes está de tal modo adjunto que não pode pensar outra coisa, nem querer, senão conjuntamente com eles, e que assim há comunicação de seus interiores com o mundo espiritual, e que, assim, ele não pode ser conduzido de outro modo pelo Senhor. O homem, quando vem na outra vida, tem consigo a incredulidade, imaginando que nenhum espírito tenha estado junto dele, crendo ainda menos que o tenha algum do inferno; é por isso que a ele, se ele o deseja, mostra-se a sociedade de espíritos em cuja consociação estivera, e da qual espíritos emissários tinham estado com ele; e mesmo, depois de alguns estados, os quais ele deve primeiro percorrer; por fim ele retorna para essa mesma sociedade, porque ela tinha feito um com o amor dele que obtivera domínio. Vi algumas vezes que as suas sociedades foram mostradas aos que tinham tido o desejo de vê-las.