. ‘[É] muito! José, meu filho, ainda vive!’; que signifique o regozijo de que o interno não tenha perecido, vê-se pela representação de ‘José’, que é o celeste interno; e pela significação de ‘viver’, que é não ter perecido, e não ter sido rejeitado, como acima (n. 5967); que seja o ‘regozijo’, é evidente.