Texto
. Um outro espírito também imaginava que ele era eu, a tal ponto que ele, quando falava comigo em minha língua pátria [vernacula], acreditava falar na sua, dizendo que essa era a sua língua, mas mostrou-se que a língua própria aos espíritos é absolutamente diferente, e que ela é a língua universal de todos; que as ideias influem dela em minha língua pátria; e assim, eles falam não por si, mas em mim; e que é esse um indício de que não só eles vêm nas coisas que pertencem ao homem, mas também imaginam que essas coisas são suas.