. Vers. 13-19. “E o sexto anjo tocou, e ouvi uma voz [vinda] dos quatro chifres do altar de ouro que estava diante de Deus, dizendo ao sexto anjo que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos presos no grande rio Eufrates. E foram soltos os quatro anjos, que haviam sido preparados para a hora, e o dia, e o mês e o ano, para que matassem a terça parte dos homens. E o número dos exércitos dos cavaleiros: duas miríades de miríades; e ouvi o número deles. E assim vi os cavalos em visão, e os que estavam sentados sobre eles, tendo couraças ígneas, e jacintinas, e sulfúreas; e as cabeças dos cavalos eram como cabeça de leões, e de sua boca saía fogo, e fumaça e enxofre. Por esses três foi morta a terça parte dos homens, pelo fogo, e pela fumaça, e pelo enxofre saindo das suas bocas. Porque o seu poder estava na sua boca, porque as suas caudas eram semelhantes a serpentes, tendo cabeças, e nessas causavam dano. E os homens restantes, que não foram mortos nesses pragas e não fizeram penitência das obras de suas mãos, para não adorarem demônios, e ídolos de ouro, e de prata, e de bronze, e de pedra, e de madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem andar. E não fizeram penitência de seus homicídios, nem de suas feitiçarias, nem de suas escortações, nem de seus furtos.
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13. “E o sexto anjo tocou” significa o influxo do céu manifestando o estado da igreja, em seu fim, estado esse que foi plenamente pervertido (n. 566); “e ouvi uma voz [vinda] dos quatro chifres do altar de ouro que estava diante de Deus” significa a revelação vinda do Senhor pelo céu espiritual (n. 567).
14. “Dizendo ao sexto anjo que tinha a trombeta” significa a respeito do estado pervertido da igreja no seu fim mesmo (n. 568); “Solta os quatro anjos presos no grande rio Eufrates” significa os raciocínios pelas falácias, que são do homem sensual, não aceitas anteriormente (n. 569).
15. “E foram soltos os quatro anjos” significa a licença de raciocinar pelas falácias (n. 570); “que haviam sido preparados para a hora, e o dia, e o mês e o ano” significa continuamente no estado (n. 571) “para que matassem a terça parte dos homens” significa para se privar de todo entendimento do vero e, daí, da vida espiritual (n. 572).
16. “E o número dos exércitos dos cavaleiros: duas miríades de miríades” significa os inumeráveis falsos do mal, dos quais e pelos quais vêm os raciocínios que conspiram contra os veros do bem (n. 573); “e ouvi o número deles” significa a qualidade percebida (n. 574).
17. “E assim vi os cavalos em visão, e os que estavam sentados sobre eles” significa as falsificações da Palavra por meio dos raciocínios pelas falácias (n. 575); “tendo couraças ígneas, e jacintinas, e sulfúreas” significa [os raciocínios] lutando pelas cobiças do amor de si e do mundo, e pelas falsidades daí (n. 576); “e as cabeças dos cavalos eram como cabeça de leões” significa o conhecimento e, daí, a cognição destrutiva do vero (n. 577); “e de sua boca saía fogo, e fumaça e enxofre” significa as coisas pensadas e, daí, os raciocínios que brotam do amor do mal, do amor do falso e da concupiscência de destruir os veros e bens pelos falsos do mal (n. 578).
18. “Por esses três foi morta a terça parte dos homens, pelo fogo, e pela fumaça, e pelo enxofre saindo das suas bocas” significa que todo entendimento do vero e, daí, a vida espiritual, foi extinta por eles (n. 579).
19. “Porque o seu poder estava na sua boca significa os pensamentos sensuais e os raciocínios daí, que tinham muito poder ??? (n. 580); “porque as suas caudas eram semelhantes a serpentes, tendo cabeças” significa que dos conhecimentos sensuais, que são falácias, raciocinam astutamente (n. 581); “e nessas causavam dano” significa que assim pervertem os veros e bens da igreja (n. 582).
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