. Que o céu [estaria em perigo] pela conjunção com os infernos em seus últimos arruinados será ilustrado pela extrema ruína do homem, pela qual finalmente morre; e que assim, ninguém poderia ser salvo a não ser que o Senhor viesse ao mundo, ilustrado na Explicação sobre o Apocalipse (n. 744); e que, quanto mais distinta é a separação entre o céu e o inferno, mas perfeito é o estado do céu, na Explicação sobre o Apocalipse (n. 746).