. (Seja descrito também de que maneira ele pôde expelir o humano materno, a saber, que o humano materno era frágil (infirmum), que se ligava à natureza; e como este é mal, correspondia ao inferno. Quando esse foi expelido, então sucederam as coisas que concordam com o Divino e a este correspondem. Porque o corpo não é senão uma correspondência da alma ou do espírito do homem e, tanto quanto é removido, há correspondência com o céu. Assim também um novo é posto em seu lugar, e assim o homem é regenerado e se torna espiritual e anjo. O Senhor, porém, cuja Alma era o Divino mesmo, fez o Seu corpo correspondente com o Divino mesmo em Si, portanto, acima do céu. Mas, no homem, o mal não pode ser expelido, mas removido, porque ele não é a Vida em si nem Divino quanto à alma, mas apenas um recipiente do Divino. Por isso o homem é morto quanto ao corpo. Mas o Senhor, pelo Divino em Si, expeliu o mal que viera da mãe. Por isso ele ressuscitou em todo o corpo. Manteve o [corpo] frágil enquanto este no mundo porque de outro modo ele não poderia ser tentado, ainda menos na cruz. Ali foi expelido todo humano materno).