. Para confirmar as coisas que são ditas acima, citarei, da Fórmula de Concórdia, de que se falou em nº 09, as passagens seguintes, para que ninguém creia que eles fossem acusados de tais coisas injustamente. As passagens são estas: As obras da segunda tábua do Decálogo são coisas civis e do culto externo que o homem pode fazer por si mesmo, e é uma loucura imaginar que essas obras justificam, (pág. 84, 85, 102). As boas obras devem ser inteiramente excluídas do assunto da justificação pela fé, (pág. 589, 590, 591, 704 a 708). As boas obras não entram de modo algum na justificação, (páginas 589, 702, Apêndice 62, 173). As boas obras não conservam a salvação nem a fé, (pág. 590, 705, Ap. 174). A penitência também não entra na justificação da fé, (pág. 165, 320, Ap. 158). A Penitência consiste somente em invocar a Deus, confessar o Evangelho, em dar graças, obedecer ao magistrado, em exercer a sua vocação, (pág. 12, 198, Ap. 158, 159, 172, 266). A Renovação da vida não pertence também à justificação, (pág. 585, 685, 688, 689, Ap. 170). O estudo da nova obediência também não entra na fé e não justifica, (pág. 90, 91, 690, Ap. 167). Os renascidos não estão sob a lei, mas foram libertados de sua servidão, e estão somente na lei; eles também estão sob a graça, (pág. 722 e em outros lugares). Os pecados, dos renascidos são cobertos pelo mérito do Cristo, (Pág. 641, 686, 687, 719, 720). Além de muitas passagens semelhantes. Deve ser sabido que todos os Protestantes, tanto Evangélicos como Reformados, ensinam do mesmo modo a justificação pela fé só, (ver n 17, 18).