CL &239

O Amor Conjugal
Emanuel Swedenborg
As Delicias da Sabedoria sobre o Amor Conjugal e as Volupias da Loucura sobre o Amor Escortatório

- Do que acaba de ser dito, segue-se que, onde não há Religião, aí não há também amor conjugal; e que, onde não há este amor, aí há frieza; que a frieza conjugal seja a privação deste amor, vê-se acima, n. 235. Por conseqüência a frieza conjugal é também a privação do estado de Igreja, ou de Religião. Uma confirmação assaz evidente de que a cousa é assim pode ser tirada da ignorância geral hoje em dia sobre o amor verdadeiramente conjugal. Quem é, hoje, que sabe, e quem é hoje, que quer reconhecer, e quem é hoje que não se admirará que o amor conjugal tira daí sua origem? Mas isso vem unicamente de que, ainda que haja religião, não há entretanto veros da religião; e o que é uma religião sem veros? Que não haja veros, é o que foi plenamente demonstrado no Apocalipse Revelado; ver também neste Tratado o Memorável n. 566.

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