CL &346

O Amor Conjugal
Emanuel Swedenborg
As Delicias da Sabedoria sobre o Amor Conjugal e as Volupias da Loucura sobre o Amor Escortatório

- XI. Nos Polígamos não pode haver nem castidade, nem pureza, nem santidade conjugais.
Isto resulta do que acaba de ser confirmado, e evidentemente do que foi demonstrado no Capítulo do Casto e do não casto, principalmente onde foi estabelecido que o casto, o puro e o santo, não se pode dizer senão dos Casamentos monogâmicos, ou de um único marido com uma única esposa, nº 141; além disso também que o amor verdadeiramente conjugal é a castidade mesma, e que por conseguinte todas as delícias dêste amor, mesmo as últimas, são castas, nºs. 143, 144. E, além disso, isto resulta do que foi referido no Capítulo sobre o Amor verdadeiramente conjugal, a saber, que o amor verdadeiramente conjugal, que é o amor de um único marido com uma única esposa, por sua origem e por sua correspondência, é celeste, espiritual, santo, e puro mais do que qualquer outro amor, n. 64, e seguintes. Ora, como a castidade, a pureza e a santidade não existem senão no amor verdadeiramente conjugal, segue-se que no amor poligâmico não pode haver nem castidade, nem pureza, nem santidade.

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