. Que a Divina Providência vise as coisas eternas e não as temporais, a não ser tanto quanto façam um com as eternas, é o que será demonstrado nesta ordem: (i.) As coisas temporais se referem às dignidades e às riquezas, assim, às honras e ao ganho no mundo. (ii.) As eternas se referem às honras e riquezas espirituais, que são do amor e da sabedoria no céu. (iii.) As temporais e as eternas são separadas pelo homem, mas conjuntas pelo Senhor. (iv.) A conjunção das temporais e das eternas é da Divina Providência do Senhor.