. (vii.) Que àquela mesma nação tenha sido permitido crucificar o Senhor era porque a igreja com aquela nação fora inteiramente devastada, e fez-se tal que, além de não conhecerem nem reconhecerem o Senhor, também O odiaram. Entretanto, todas as coisas que Lhe fizeram foram segundo as leis de Sua Divina Providência. Que a paixão na cruz tenha sido a última tentação, ou última luta, pela qual o Senhor venceu plenamente os infernos e plenamente glorificou Seu Humano, vê-se na Doutrina da Nova Jerusalém sobre o Senhor (n° 12-14), e na Doutrina da Nova Jerusalém sobre a Fé (n° 34, 35).
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