. Essa é a idéia dos anjos a respeito do homem. Por isso, nunca prestam atenção ao que o homem faz pelo corpo, mas à vontade pela qual o corpo faz; a essa vontade eles chamam homem mesmo e ao entendimento tanto quanto esse atue em comum com a vontade *62.
*62 Que a vontade do homem seja o ser mesmo de sua vida e que o entendimento seja o existir da vida daí proveniente (ns. 3619, 5002, 9282). Que a vida da vontade seja a vida principal do homem e que a vida do entendimento proceda daí (ns. 585, 590, 3619, 7342, 8885, 9282, 10076, 10109, 10110). Que o homem seja homem pela vontade e, assim, pelo entendimento (ns. 8911, 9069, 9071, 10076, 10109, 10110).