. Que ao Divino vero que procede do Senhor pertença todo o poder e que o anjos estejam em poder quanto mais são recepções do Divino vero proveniente do Senhor, veja-se acima (n. 137). Mas os anjos são recepções do Divino vero na medida em que são recepções do Divino bem, porque todo poder dos veros procede do bem e nenhum poder há nos veros sem o bem. E, também, todo poder do bem é por meio dos veros e nenhum poder há no bem sem os veros. Da conjunção de um e outro existe o poder. É semelhante com a fé e o amor, pois, quer se diga vero ou fé, é o mesmo, porque o todo da fé é o vero. Também, quer se diga bem ou amor, é o mesmo, porque o todo do amor é o bem *168. Quanto poder há para os anjos pelos veros proveniente do bem, é evidente também pelo fato de que um mau espírito cai inconsciente apenas pelo olhar de um anjo e não aparece como homem enquanto o anjo não desvia os olhos. A razão de isso existir no olhar dos anjos é que a visão dos anjos é proveniente da luz do céu e a luz do céu é Divino vero (veja-se acima, ns. 126-132). Os olhos também correspondem aos veros procedentes do bem *169. *168 Que todo poder nos céus seja do vero procedente do bem, assim, da fé procedente do amor (n. 3091, 3563, 6423, 8304, 9643, 10019, 10182). Que todo poder seja procedente do Senhor, porque d’Ele procede todo vero que é da fé e todo bem que é do amor (n . 9327, 9410). Que o poder seja entendido pela chave dada a Pedro (n. 6344). Que ao Divino Vero procedente do Senhor pertence todo poder (n. 6948, 8200). Que esse poder do Senhor seja o que se entende por “sentar-Se à direita de JEHOVAH” (n. 3387, 4592, 4933, 7518, 7673, 8281, 9133). Que “direita” seja poder (n. 10019). *169 Que os olhos correspondam aos veros procedentes do bem (n. 4403-4421 4523-4534, 6923).