Dos Arcanos Celestes 62. Que o amor seja o ser da vida do homem (n. 5002). Que o homem, o espírito e o anjo sejam absolutamente como é o seu amor (n. 6872, 10177 e 10284). Que o homem tenha por fim aquilo que ele ama (n. 3796). Que aquilo que o homem ama e tem por fim reine universalmente nele, isto é, em todas e cada uma das coisas (n. 3796, 5130 e 5949). Que o amor seja o calor espiritual e o vital mesmo do homem (n. 1589, 2146, 3338, 4906, 7081-7086, 9954 e 10740). Que todos os interiores no homem, os quais pertencem ao seu pensamento e à sua vontade, sejam dispostos em forma segundo o seu amor dominante (n. 2023, 3189 e 6690). Que o homem seja uma conjunção espiritual (n. 1594, 2057, 3939, 4018, 5807, 6195, 6196, 7081-7086, 7501 e 10130); daí, que todos no mundo espiritual sejam consociados segundo os seus amores (Ibidem). Que a afeição seja o contínuo do amor (n. 3938). Que todo prazer, toda volúpia, toda ventura, toda felicidade e todo contentamento do coração pertencem ao amor, e que a qualidade deles seja segundo a qualidade do amor (n. 994, 995 e 2204). Que haja tantos gêneros e tantas espécies de prazeres e de volúpias quantas são as afeições que pertençam ao amor (n. 994, 995 e 2204). Que o prazer do amor seja vil na proporção que é externo (n. 996). Que a vida do homem após a morte seja tal qual é o seu amor (n. 2363).