Texto Completo
. Do falso. Que haja gêneros inumeráveis de falso, ou seja, quantos são os de males; e que os males e falsos sejam segundo as origens, que são muitas (n. 1188, 1212, 4729, 4822 e 7574). Que haja o falso proveniente do mal, ou o falso do mal, e o mal proveniente do falso, ou o mal do falso, e, de novo, o falso daí (n. 1679 e 2243). Que do falso que é tomado como princípio fluam falsos em longa série (n. 1510, 1511, 4717 e 4721). Que haja o falso oriundo das cobiças do amor de si e do mundo e o falso oriundo das falácias dos sentidos (n. 1295 e 4729). Que haja os falsos da religião e os falsos da ignorância (n. 4729, 8318 e 9258). Que haja o falso em que há o bem e o falso em que não há o bem (n. 2863, 9304, 10109 e 10302). Que haja o que é falsificado (n. 7318, 7319 e 10648).
Da qualidade do falso do mal (n. 6359, 7272, 9304 e 10302). Da qualidade do mal do falso (n. 2408, 4818, 7272, 8265 e 8279). Que os falsos procedentes do mal apareçam como nuvens e como águas impuras, acima dos infernos (n. 8138, 8146 e 8210). Que tais águas também signifiquem os falsos (n. 739, 790 e 7307). Que aqueles que estão no inferno falem falsos do mal (n. 1695, 7351, 7352, 7357, 7392 e 7699). Que aqueles que estão no mal não possam pensar outra coisa senão o falso, quando o fazem por si mesmos (n. 7437).
Que existam falsos da religião que concordam com o bem e existam os que discordam (n. 9258). Que os falsos da religião, se não discordam do bem, não produzam o mal a não ser naqueles que estão no mal da vida (n. 8318). Que os falsos da religião não sejam imputados aos que estão no bem, mas aos que estão no mal (n. 8051 e 8149). Que todo falso possa ser confirmado e, quando confirmado, apareça como se fosse vero (n. 5033, 6865, 8521 e 8780). Que se deva ter cuidado para não se confirmar os falsos da religião, porque daí vem principalmente a persuasão do falso (n. 845 e 8780). A persuasão do falso, quão danosa é (n. 794, 806, 5096 e 7686). Que a persuasão do falso suscite continuamente falsos que a confirmam (n. 1510, 1511 e 2477). Que aqueles que estão na persuasão do falso sejam interiormente presos (n. 5096). Que aqueles que estão numa forte persuasão do falso, quando se aproximam dos outros na outra vida, façam obstrução ao racional deles e os sufoquem, por assim dizer (n. 3895 e 5128).
Que os veros não genuínos, e também os falsos, possam ser consociados aos veros genuínos, mas isto em relação aos falsos em que há o bem, porém não aos falsos em que há o mal (n. 3470, 3471, 4551, 4552, 7344, 8149 e 9298). Que os falsos naqueles em que há o bem sejam aceitos como veros pelo Senhor (n. 4736 e 8149). Que seja aceito pelo Senhor o bem cuja qualidade vem de um falso, se houver a ignorância e, nela, a inocência e um fim bom (n. 7887).
Que o mal falsifique o vero, porque leva o vero ao mal e o aplica ao mal (n. 8094 e 8149). Diz-se que o vero é falsificado quando é aplicado ao mal por confirmações (n. 8602). Que o vero falsificado seja contra o vero e o bem (n. 8602). Além disso, a respeito das falsificações do vero (n. 7318, 7319 e 10648).