. De onde vêm e quais são as tentações. Que as tentações existam pelos maus espíritos que há no homem, os quais insinuam escândalos contra os bens e veros que o homem ama e crê, e também excitam os males que ele fez e os falsos que ele pensou (n. 741, 751, 761, 3927, 4307, 4572, 5036, 6657 e 8960). Que então os maus espíritos usem de toda astúcia e malícia (n. 6666). Que o homem que está nas tentações esteja junto ao inferno (n. 8131). Que duas forças atuem nas tentações: a força do Senhor vinda dos interiores e a força do inferno vinda dos exteriores, e que o homem esteja no meio (n. 8168). Que nas tentações seja atacado o amor reinante do homem (n. 847 e 4274). Que os maus espíritos agridam somente as coisas que são da fé e do amor do homem, assim, as que são de sua vida espiritual, porque então se trata de sua vida eterna (n. 1820). O estado de tentações comparado ao estado de um homem entre ladrões (n. 5246). Que nas tentações os anjos vindos do Senhor mantenham o homem nos veros e bens que há nele, mas os maus espíritos nos falsos e males que há nele; daí o conflito e a luta (n. 4249). Que a tentação seja uma luta entre o homem interno ou espiritual e o homem externo ou natural (n. 2183 e 4256). Assim, entre os prazeres do homem interno e os do externo, que então são opostos entre si (n. 3928 e 8351). Que exista por causa do dissídio entre eles (n. 3928 e 8351). Assim, que se trate da dominação de um sobre o outro (n. 3928 e 8961). Que ninguém possa ser tentado a menos que esteja no reconhecimento do vero e do bem, e nas afeições destes, porque de outro modo não há luta, pois não há o espiritual que age contra o natural, por conseguinte, não se trata de domínio (n. 3928 e 4299). Que seja tentado aquele que adquiriu alguma vida espiritual (n. 8963). Que as tentações existam naqueles que têm consciência, assim, nos que estão no amor espiritual, sendo mais graves, porém, naqueles que têm percepção, assim, nos que estão no amor celeste (n. 1668 e 8963). Que os homens mortos, isto é, os que não estão na fé em Deus e no amor para com o próximo, não sejam admitidos nas tentações, porquanto sucumbiriam (n. 270, 4274, 4299, 8964 e 8968). Que, por isso, poucos hoje estejam nas tentações espirituais (n. 8965). Mas que esses tenham ansiedades por várias causas no mundo, quanto ao que elas foram, são e serão; essas causas costumam ser conjuntas à enfermidade da mente e fraqueza do corpo; que elas não sejam as ansiedades das tentações (n. 762 e 8164). Que as tentações espirituais costumem ser conjuntas ou não às dores do corpo (n. 8164). Que o estado de tentações seja imundo e sujo, porque são insinuados males e falsos, e também dúvidas a respeito dos bens e veros (n. 5246). E, também, porque nas tentações há indignações, dores da mente e muitas afeições não boas (n. 1917 e 6829). Que também haja obscuridade e dúvida quanto ao fim (n. 1820 e 6829). E, também, a respeito da providência e da audição Divinas, porquanto nas tentações as preces não são tão ouvidas quanto fora delas (n. 8179). E porque o homem, quando está na tentação, se vê como se estivesse na danação (n. 6097). A causa de isto ser assim é porque o homem sente claramente que as coisas se passam no homem externo, assim, as coisas que os maus espíritos insinuam e evocam, segundo as quais também o homem pensa a respeito de seu estado, mas não sente as que se passam no homem interno, assim, as que influem do Senhor por meio dos anjos, pelo que não pode, por isso, julgar a respeito de seu estado (n. 10236 e 10240). Que as tentações, na maioria das vezes, persistam até o desespero, que é o último dela (n. 1787, 2694, 5279, 5280, 6144, 7147, 7155, 7166, 8165 e 8567). As causas disso (n. 2694). Que na tentação mesma haja também desesperos, mas que estes resultem num [desespero] geral (n. 8567). Que o homem em desespero fale coisas amargas, mas que o Senhor não preste atenção a elas (n. 8165). Que, passada a tentação, haja primeiramente uma flutuação entre o vero e o falso (n. 848 e 857). Mas que, depois, o vero luza, e haja serenidade e alegria (n. 3696, 4572, 6829, 8367 e 8370). Que os que estão sendo regenerados não sofram tentações uma vez só, mas muitas, porque muitos males e falsos devem ser removidos (n. 8403). Que aqueles que adquiriram alguma vida espiritual, se no mundo não sofrerem tentações, sofram-nas na outra vida (n. 7122). De que maneira as tentações acontecem na outra vida, e onde (n. 537-539, 699, 1106-1113, 2694, 4728,4940-4951, 6119, 6928,7090, 7122, 7127, 7186, 7317, 7474, 7502, 7541, 7542, 7545, 7768, 7990, 9331 e 9763). Do estado de iluminação daqueles que vêm da tentação e são elevados ao céu, e da recepção deles ali (n. 2699, 2701 e 2704). A tentação por falta do vero e, então, do desejo do vero, qual ela é (n. 2682 e 8352). A tentação das crianças na outra vida, pela qual aprendem a resistir aos males, qual é (n. 2294). Qual é a diferença entre tentações, infestações e vastações (n. 7474).