Texto Completo
. Das tentações do Senhor. Que o Senhor, mais do que todos, tenha suportado gravíssimas e cruéis tentações, que pouco são descritas no sentido da letra da Palavra, mas muito no sentido interno (n. 1663, 1668, 1787, 2776, 2786, 2795, 2814 e 9528). Que o Senhor tenha lutado pelo Divino Amor para com todo o gênero humano (n. 1690, 1691, 1812, 1813 e 1820). Que o amor do Senhor tenha sido a salvação do gênero humano (n. 1820). Que o Senhor tenha lutado pelo próprio poder (n. 1692, 1813 e 9937). Que somente o Senhor Se tenha tornado Justiça e Mérito pelas tentações e vitórias pelo próprio poder (n. 1813, 2025-2027, 9715, 9809 e 10019). Que o Senhor, pelas tentações, tenha unido o Seu Humano ao Divino mesmo que estava n’Ele pela concepção, e o tenha feito Divino, assim como o homem, pelas tentações, se torna espiritual (n. 1725, 1729, 1733, 1737, 3318, 3381, 3382 e 4286). Que as tentações do Senhor também tenham tido desespero no fim (n. 1787). Que o Senhor, pelas tentações admitidas em Si, tenha subjugado os infernos e resposto em ordem todas as coisas ali e no céu, e tenha ao mesmo tempo glorificado o Seu Humano (n. 1737, 4287, 9315, 9528 e 9937). Que somente o Senhor tenha lutado contra todos os infernos (n. 8273). Que daí Ele tenha admitido em Si as tentações (n. 2816 e 4295).
O Senhor não poderia ser tentado quanto ao Divino, porque os infernos não podem atacar o Divino; que por isso Ele tenha assumido da mãe um humano tal que pôde ser tentado (n. 1414, 1444, 1573, 5041, 5157, 7193 e 9315). Que, pelas tentações e vitórias, Ele tenha expelido todo hereditário proveniente da mãe, e Se despido do humano vindo dela, até que finalmente não fosse mais seu filho (n. 2159, 2574, 2640, 3036 e 10830). Que JEHOVAH, que estava n’Ele pela concepção, tenha parecido como que ausente nas tentações (n. 1815). Que isto tenha sido o Seu estado de humilhação (n. 1785, 1999, 2159 e 6866). Que a última tentação e a vitória do Senhor tenham sido no Gethsemani e na cruz, pela qual Ele subjugou plenamente os infernos e fez Divino o Seu Humano (n. 2776, 2803, 2813, 2814, 10655, 10659 e 10828).
Que ‘não comer pão nem beber água por quarenta dias’ signifique o estado inteiro de tentações (n. 10686). Que ‘quarenta anos’, ‘meses’ ou ‘dias’ signifique o estado de tentações plenas, do princípio ao fim; e que esse estado seja significado pela duração do dilúvio, ‘quarenta dias’; pela demora de Moisés sobre o Monte Sinai, ‘quarenta dias’; pela permanência dos filhos de Israel no deserto, ‘quarenta anos’; e pelas tentações do Senhor no deserto, ‘quarenta dias’ (n. 730, 862, 2272, 2273 e 8098).
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