Texto Completo
. Do corpo e da carne. Que a ‘carne’ do Senhor signifique o Divino Bem do Seu Divino Amor, que é do Seu Divino Humano (n. 3813, 7850, 9127 e 10283). Que, semelhantemente, o ‘corpo’ signifique isso (n. 2343, 2359 e 6135). Que a ‘carne’ em geral signifique o voluntário, assim, o proprium do homem, que, considerado em si mesmo, é o mal; mas, vivificado pelo Senhor, significa o bem (n. 148, 149, 780, 999, 3813, 8409 e 10283). Que, daí, a ‘carne’, na Palavra, seja o homem todo e todo homem (n. 574, 1050 e 10283).
Aqui e na sequência se diz que essas coisas significam pelo fato de que elas correspondem, pois tudo o que corresponde também significa (n. 2896, 2179, 2987, 2989, 3002 e 3225). Que a Palavra tenha sido escrita por meras correspondências, e que daí venha o seu sentido interno ou espiritual, o qual não se pode saber como é sem a ciência das correspondências, e mal se sabe que exista (n. 3131, 3472-3485, 8615 e 10687). Que por isso haja, pela Palavra, conjunção do céu com o homem da igreja (n. 10687). (Várias coisas a este respeito se veem na obra O Céu e o Inferno, n. 303-310, onde se trata da conjunção do céu com o homem da igreja pela Palavra).