. Do pão. Que o ‘pão’, onde se trata do Senhor, signifique o Divino Bem do Divino Amor do Senhor, e o recíproco da parte do homem que come o pão (n. 2165, 2177, 3478, 3735, 3813, 4211, 4217, 4735, 4976, 9323 e 9545). Que o ‘pão’ envolva e signifique toda comida em geral (n. 2165, 6118). Que a ‘comida’ signifique tudo o que nutre a vida espiritual do homem (n. 4976, 5147, 5915, 6277 e 8418). Assim, que o ‘pão’ signifique toda comida celeste e espiritual, como ‘tudo o que sai da boca de Deus’, segundo as palavras do Senhor em Mateus 4:4 (n. 681). Que o ‘pão’, em geral, signifique o bem do amor (n. 2165, 2177 e 10686); do mesmo modo que o ‘trigo’, de que é feito o pão (n. 3941 e 7605). Que, onde na Palavra se diz ‘pão e água’, seja significado o bem do amor e o vero da fé (n. 9323). Que ‘partir o pão’ tenha sido um representativo do amor mútuo nas igrejas antigas (n. 5405). Que a comida espiritual sejam os conhecimentos [scientia], a inteligência e a sabedoria, assim, o bem e o vero, porque destes aqueles procedem (n. 3114, 4459, 4792, 5147, 5293, 5340, 5342, 5410, 5426, 5576, 5582, 5588, 5655, 8562, 9003). E porque nutrem a mente (n. 4459, 5293, 5576, 6277 e 8418). Que o sustento pela comida seja a nutrição espiritual e o influxo do bem do vero proveniente do Senhor (n. 4976, 5915 e 6277). Que os ‘pães’ sobre a mesa no tabernáculo tenham significado o Divino Bem do Divino Amor do Senhor (n. 3478 e 9545). Que, nos sacrifícios, os ‘minchah’, que eram bolos e filhoses, tenham significado o culto pelo bem do amor (n. 4581, 10079 e 10137). O que significaram os vários ‘minchah’ em particular (n. 7978, 9992-9994 e 10079). (Que os antigos, quando diziam ‘pão’, tenham entendido toda comida em geral vê-se em Gênesis 43:16, 31; Êxodo 18:12; Juízes 13:15, 16; 1 Samuel 14:28, 29; 20:24, 27; 2 Samuel 9:7, 10; 1 Reis 4:22, 23; 2 Reis 25: 29).