. Dos sacrifícios. Que os ‘holocaustos’ e os ‘sacrifícios’ tenham significado todas as coisas do culto pelo bem do amor e pelos veros da fé (n. 923, 6905, 8680, 8936 e 10042). Que os ‘holocaustos’ e os ‘sacrifícios’ tenham significado coisas Divinas celestes, que são os internos da igreja dos quais vem o culto (n. 2180, 2805, 2807, 2830 e 3519); com variedade e diferença segundo as várias coisas do culto (n. 2805, 6905 e 8936). Que, por isso, tenham havido vários gêneros de sacrifícios e, deles, vários processos, e também de várias bestas, com as quais eram feitos (n. 2830, 9391 e 9990). Que as várias coisas que eles significaram possam ser vistas por cada uma delas, desvendadas pelo sentido interno (n. 10042). O que significaram em particular as ‘bestas’ que eram sacrificadas (n. 10042). Que nos rituais e nos processuais dos sacrifícios estejam contidos arcanos do céu (n. 10057). Que estejam contidos, em geral, arcanos da glorificação do Humano do Senhor, e, no sentido relativo, arcanos da regeneração e da purificação do homem dos males e falsos; por causa disso, eram efetuados por vários pecados, culpas e purificações (n. 9990, 10022, 10042, 10053 e 10057). O que foi significado por ‘impor as mãos’ sobre as bestas que eram sacrificadas (n. 10023). O que foi significado pelo fato de ‘as partes inferiores das bestas imoladas serem postas debaixo das partes superiores delas’ (n. 10051). O que é significado pelos ‘minchah’ que também eram então queimados (n. 10079). O que é significado pela ‘libação’ (n. 4581 e 10137). O que é significado pelo ‘sal’ que também era acrescentado (n. 10300). O que é significado pelo ‘altar’ e todas as suas coisas (n. 921, 2777, 2784, 2811, 2812, 4489, 4541, 8935, 8940, 9388, 9389, 9714, 9726, 9963, 9964, 10028, 10123, 10151, 10242, 10245 e 10344). O que é significado pelo ‘fogo do altar’ (n. 934, 6314 e 6832). O que é significado por ‘comer das coisas santificadas’ (n. 2187 e 8682). Que os sacrifícios não tenham sido mandados, mas a caridade e a fé; assim, que eles tenham sido somente permitidos. Mostrado pela Palavra (n. 922 e 2180). Por que foram permitidos (n. 2180 e 2818). Que os holocaustos e sacrifícios que se faziam com cordeiros, cabras, ovelhas, cabritos, bodes, bezerros e bois, tenham sido chamados por uma só palavra, ‘pão’, pode-se ver pelas seguintes passagens: “O sacerdote as queimará sobre o altar, pão de queima a JEHOVAH” (Lv. 3:11, 16); Os filhos de Aarão “serão santos ao seu Deus, nem profanarão o nome de Seu Deus, porque eles oferecem queimados a JEHOVAH, o pão de seu Deus. ... Santificá-lo-á, porque ele oferece o pão de teu Deus. ... O varão da semente” de Aarão, “em que for achada mácula, não se chegará para oferecer o pão de seu Deus” (Lv. 21:6, 8, 17, 21); “Ordena aos filhos de Israel, e dize a eles: Minha oblação, Meu pão, na queima do odor de repouso observareis, para oferecerdes a Mim no seu tempo marcado” (Nm. 28:2); Quem tiver tocado algo imundo não comerá das coisas santificadas, mas lavará em água a sua carne “e depois comerá das coisas santificadas, porque este é o seu pão” (Lv. 22:6, 7); “Os que oferecem sobre o Meu altar o pão contaminado” (Ml. 1:7). Daí vem, agora, o que acima (n. 214) se disse, a saber: “A Santa Ceia inclui e compreende todo o culto Divino instituída na Igreja Israelita, pois os holocaustos e sacrifícios, nos quais principalmente consistia o culto daquela igreja, foram chamados por uma só palavra, ‘pão’; daí a Santa Ceia é o seu complemento”. Por tudo isto se pode ver o que se entende pelo ‘pão’, em João: “Disse-lhes Jesus: Amém, amém vos digo: Moisés não” lhes “deu o pão do céu, mas Meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu; porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo. Disseram... a Ele: Senhor, dá-nos sempre esse pão. Disse-lhes Jesus: Eu sou o Pão da vida. Quem vem a Mim não terá fome, e quem crê em Mim nunca terá sede. ... Quem crê em Mim terá a vida eterna. Eu sou o Pão da vida. ... Este é o Pão que desce do céu, para que não morra quem dele comer. Eu sou o Pão que vive, que desce do céu. Se alguém comer desse Pão, viverá na eternidade” (Jo. 6:31-35, 47-51). Por esta e pelas outras passagens é evidente que o ‘pão’ é todo bem que procede do Senhor, pois o Senhor mesmo está em Seu bem; assim, que o ‘pão’ e o ‘vinho’ na Santa Ceia seja todo culto do Senhor pelo bem do amor e da fé.