. Que o Humano do Senhor tenha sido o Divino Vero, quando no mundo. Que o Senhor tenha feito Divino Vero o Seu Humano pelo Divino Bem que estava n’Ele, quando esteve no mundo (n. 2803, 3194, 3195, 3210, 6716, 6864, 7014, 7499, 8127, 8724 e 9199). Que o Senhor então tenha disposto em Si todas as coisas numa forma celeste, que é segundo o Divino Vero (n. 1928 e 3633). Consequentemente, que o céu então tenha estado no Senhor e o Senhor era como o céu (n. 911, 1900, 1928, 3624-3631, 3634, 3884, 4041, 4279, 4523-4525, 6013, 6057, 6690, 9279, 9632, 9931 e 10303). Que o Senhor tenha falado pelo Divino Vero mesmo (n. 8127). Que, por isso, o Senhor tenha falado na Palavra por meio de correspondências (n. 3131, 3472-3485, 8615 e 10687). Que, daí, o Senhor seja a Palavra e seja chamado Palavra, que é o Divino Vero (n. 2533, 2813, 2859, 2894, 3393 e 3712). Que, na Palavra, “Filho do homem” signifique o Divino Vero, e “Pai” o Divino Bem (n. 2803, 3704, 7499, 8724 e 9194). Que o Senhor tenha sido a Divina Sabedoria, por ter sido o Divino Vero (n. 2500 e 2572). Que somente o Senhor tenha tido percepção e pensamento por Si mesmo, e acima de toda percepção e todo pensamento angélico (n. 1904, 1914 e 1919). O Divino Vero pôde ser tentado, mas não o Divino Bem (n. 2814).